Desde 1999
O nosso primeiro cliente ainda é nosso cliente
Começámos numa garagem em Massamá, em 1999. Dois anos depois mudámo-nos para Pero Pinheiro, onde continuamos — a mesma morada há vinte e cinco anos.
A empresa foi fundada por António Miranda. A equipa é pequena, e isso nota-se no dia-a-dia: quem atende o telefone conhece o parque informático de quem está do outro lado, e quem se desloca à empresa é, quase sempre, quem já lá esteve da última vez. Não há níveis de atendimento a passar o problema uns aos outros.
Quem servimos
Trabalhamos com empresas de todas as dimensões, com autarquias e com organismos do Estado. Em vinte e sete anos, nunca falhámos um compromisso com o sector público por falta de capacidade de resposta.
A maior concentração de clientes está no distrito de Lisboa, mas acompanhamos organizações espalhadas pelo país e nas Regiões Autónomas.
Três coisas que nos dizem
Que se percebe o que dizemos
Explicamos numa linguagem próxima, sem jargão a servir de muro. Quem decide sobre um investimento em informática tem o direito de perceber o que está a decidir.
Que dizemos quando não sabemos
Nenhuma empresa de informática sabe tudo, e as que fingem saber acabam a improvisar em cima do problema do cliente. Preferimos dizer que vamos procurar — e procurar mesmo, até encontrar.
Que somos precisos
O diagnóstico é o que ele é, o prazo é o que dissemos, e a factura é a do orçamento.
Porque continuamos aqui
Vimos desaparecer tecnologias que pareciam definitivas e aparecer outras que ninguém previa. Sobrevivemos a isso por nunca termos dado por concluída a forma como trabalhamos.
É a razão mais simples pela qual há clientes connosco desde o primeiro dia.